Jovens indianos: escolhas para uma vida

O povo indiano é muito simpático e adoram conversar. O engraçado é que depois do tradicional “Olá” a próxima pergunta é “De onde você vem?” ou “Qual seu país de origem?”.

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O pescador de Tulagi nas Ilhas Salomão

Nick Holmes tem apenas 23 anos, solteiro, nasceu em Honiara, mas quando criança foi para a pequena ilha de Tulagi, onde mora desde então. Como todo pescador, Nick é o homem das histórias.

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Sergey, o garçom viajante

Estávamos caminhando pelas praias de Barcelona e, passando por Bogatell, começamos a olhar os cardápios dos restaurantes, procurando algo bom e barato para almoçar. Quando chegamos no Restaurante Catamarán, conhecemos Sergey, um garçom russo que veio nos apresentar o cardápio. Eu sou meio fresca para comer e não gosto de muitas coisas, mas para tudo ele vinha com uma solução, indicando a melhor forma de deixar a refeição mais barata.

Depois de olhar o cardápio inteiro do lado de fora do restaurante, resolvemos entrar para almoçar. Pedimos nossa comida, e na hora de trazê-la, o Sergey veio com um prato vazio e colocou na frente do Mauricio, falando para ele “agora finge que é Peter Pan que a comida aparece!”.

Depois dessa piada e de várias outras brincadeiras, ele virou nosso amigo. Contou que o trabalho de garçom era só um hobby e o que ele gostava mesmo de fazer era viajar pelos arredores de Barcelona. Ele, na verdade, tem uma pequena empresa de turismo que faz passeios para lugares mais exóticos, onde a natureza é a principal atração. Também aluga apartamentos para temporada e é fotografo!

Resolvemos dar uma força para nosso amigo e divulgar o trabalho dele; quem quiser entrar em contato com o Sergey, passear em Barcelona e outros paraísos da natureza ao redor, confira o site: http://barcelonafullhd.com/

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Nosso amigo, o negro velho

Conhecer pessoas pode ser uma experiência bastante enriquecedora, pois acredito que todos nós temos algo para ensinar. Esse senhor da foto, apelidamos com carinho de negro velho. O Mau cruzou com ele em 2007 em Georgetown, na Malásia. Não sabemos nada sobre ele, mas seu olhar diz muito e nos faz imaginar ou até criar toda sua história de vida.

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Bem vindos ao Ali’s Guest House

Na Capadócia ficamos hospedados no Ali’s Guest House e foi assim que conhecemos o Ali, que é o dono da pousada, junto com seu parceiro que também se chama Ali.

Ali tem 35 anos, é solteiro e não para de trabalhar um minuto. Confessou que as vezes dorme somente 3-4 horas, pois as vezes tem que acordar de madrugada para acompanhar seus hospedes no passeio de balão, que ocorre antes do nascer do sol. É um homem de negócios: além da sua aconchegante pousadinha, está reformando o restaurante de sua família, que deve ser inaugurado nos próximos 2 meses.

Como a Capadócia é um lugar bastante turístico, existem muitas agências na cidade oferendo os mais variados passeios. Não só os preços variam, como também a cotação do euro ou dólar quando se pretende pagar nessas moedas. Tem que ficar esperto e de olho nas cotações. É difícil acertar a melhor opção. Para passeios de balão então, há 25 empresas na cidade. Cada uma é de um jeito e os preços variam ainda mais.

Ali foi muito sincero e transparente conosco ao indicar os passeios e as opções de preços. Além disso, nos ajudou a barganhar alguns preços e conseguiu desconto para nós. Para o passeio de balão não é seguro optar pelas empresas mais baratas, pois em geral são as mais novas, cujos os pilotos ainda não têm tanta experiência de voo.

No nosso segundo dia, estávamos a caminho do Goreme Open Air Museum e Ali nos ofereceu uma carona e fomos conversando no caminho. Ele nos contou sobre sua mãe, que faleceu muito jovem, aos 48 anos, sendo que seu irmão mais novo, na época, tinha 9 anos e hoje está com 17. Seu pai ainda é vivo e sempre foi um grande padeiro, no entanto, não trabalha mais. Tem uma foto dele na frente do restaurante, sendo que é uma pessoa muito conhecida na região. Infelizmente, seu pai está com câncer e Ali nos disse que ainda o vê chorando de noite ao lembrar de sua mãe. Como filho mais velho, é seu dever zelar pela família e por isso ele está investindo e trabalhando duro nos negócios que não são só dele, mas sim da família.

Sua pousada é novinha, foi aberta em abril de 2014. Está sempre movimentada, graças também às ótimas avaliações que tem recebido pela internet. A pousada tem quartos privativos com banheiro e quartos comunitários com um ótimo custo x benefício. Há ainda muito a ser feito, e ele tem intenção de abrir o terraço para fazer um espaço maior de café da manhã e talvez mais quartos.

No caminho até o museu, ele nos levou para conhecer o seu restaurante que será inaugurado em breve. Nos contou que ele é chefe de cozinha e já recebeu prêmios na Turquia pela sua comida. No restaurante, conhecemos seu irmão e alguns amigos. O lugar é grande e está quase pronto para a abertura. Foi muito bacana ver o orgulho de Ali ao nos contar que ele até esculpiu algumas gravuras na parede para incrementar a decoração. Tomamos um chá e eles dividiram conosco uma batata assada no forno a lenha, que estava deliciosa.

Durante nosso chá, Ali contou que seu objetivo é parar de trabalhar e viajar pelo mundo aos 45 anos. Sabíamos que tínhamos algo em comum! Ele disse que nestes 10 anos ele espera trabalhar bastante para seus negócios darem certo, arrumar uma mulher que também compartilhe seu objetivo, ter 2 filhos (se Ala permitir, um menino e uma menina) e sair pelo mundo afora. Bastante coisa, mas torcemos para que dê certo!

Enquanto isso, ele vai fazendo pequenas viagens. No inverno deste ano, ele e seu sócio embarcam para as Filipinas e ficam 1 mês por lá. Segundo eles, além de descansar e relaxar, é também uma ótima forma de ter ideias para aprimorarem o seu estabelecimento.

Resolvi escrever sobre o Ali porque, principalmente, numa cidade tão turística, onde a competição pelo dinheiro de cada turista é acirrada, é muito bacana encontrar exemplos de pessoas honestas, simples e batalhadoras, que lutam pelos seus objetivos.

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Soe Lay e o futuro craque de Mianmar

Estávamos procurando um lugar para jantar quando um simples “olá” transformou nossos dias na pequena cidade de Bagan, em Mianmar. Soe Lay e sua família estavam caminhando, quando sua filha mais velha sorriu para o Mau e ele retribuiu o sorriso. Assim, eles pararam para nos cumprimentar e, curiosos, perguntaram de onde éramos.

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Sergey, o garçom viajante

Estávamos caminhando pelas praias de Barcelona e, passando por Bogatell, começamos a olhar os cardápios dos restaurantes, procurando algo bom e barato para almoçar. Quando chegamos no Restaurante Catamarán, conhecemos Sergey, um garçom russo que veio nos apresentar o cardápio. Eu sou meio fresca para comer e não gosto de muitas coisas, mas para tudo ele vinha com uma solução, indicando a melhor forma de deixar a refeição mais barata.

Depois de olhar o cardápio inteiro do lado de fora do restaurante, resolvemos entrar para almoçar. Pedimos nossa comida, e na hora de trazê-la, o Sergey veio com um prato vazio e colocou na frente do Mauricio, falando para ele “agora finge que é Peter Pan que a comida aparece!”.

Depois dessa piada e de várias outras brincadeiras, ele virou nosso amigo. Contou que o trabalho de garçom era só um hobby e o que ele gostava mesmo de fazer era viajar pelos arredores de Barcelona. Ele, na verdade, tem uma pequena empresa de turismo que faz passeios para lugares mais exóticos, onde a natureza é a principal atração. Também aluga apartamentos para temporada e é fotografo!

Resolvemos dar uma força para nosso amigo e divulgar o trabalho dele; quem quiser entrar em contato com o Sergey, passear em Barcelona e outros paraísos da natureza ao redor, confira o site: http://barcelonafullhd.com/

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O encanto de Dona Karla na agitada Jeffreys Bay

Nossa passagem por Jeffreys Bay não teria sido a mesma se não tivéssemos ficado uma noite na pousada da dona Karla. Uma senhora belga super atenciosa e simpática que se mudou para a África do Sul há 11 anos para abrir seu negócio junto com seu sócio e companheiro, Soi.

Fomos tão bem recebidos que nos sentimos em casa. A pousada (chamada On the Bay) é grande, tem 9 quartos, uma área de lazer com mesa de sinuca e jacuzzi, um restaurante onde é servido o café da manhã, um jardim espaçoso e estacionamento para mais de 10 carros.  E o mais impressionante: a dona Karla, aos seus 70 anos de idade, cuida de tudo isso sozinha! Disse que já teve muitos problemas com empregados e prefere fazer tudo sozinha para não ter dor de cabeça. Perguntei de onde ela tirava tanta energia e ela disse que quando a pousada está lotada é mais puxado, mas em geral é tranquilo, afinal são 11 anos cuidando do casarão.

Soi, seu sócio, cuida da parte administrativa, contábil e gerencia as reservas, enquanto Karla cuida de toda a casa, limpa todos os quartos, faz o café da manhã delicioso, com direito a waffles belga, e ainda mima seus hóspedes. Quando chegamos tinham cookies caseiros no quarto.

Antes de adquirir a pousada, Karla era guia turística e rodou muito por toda a África.  Sempre gostou de viajar, lidar com o público, conhecer pessoas, e além disso é muito simpática.  Ela diz que escolheu Jeffreys Bay porque, em sua opinião, é a melhor cidade da África. O clima é agradável, a cidade tem uma boa infraestrutura e está sempre cheia de gente. Ela também nos mostrou uma pintura feita com base numa foto que ela tirou do Kevin Slater, em uma onda de mais de 8 metros de altura em Jeffreys Bay.

Dava para ver no brilho de seus olhos o quanto ela gosta do local, mas para nossa surpresa, a pousada está à venda. Podem imaginar que depois de 11 anos cuidando de tudo sozinha, dona Karla, aos seus 70 anos de idade, quer descansar e relaxar por um tempo. Não! Esse não é o motivo. Na verdade, Karla quer comprar um motorhome e sair viajando pelo mundo com seu companheiro Soi. Ela está empolgadíssima com a ideia e fazendo planos dos lugares que quer conhecer. Perguntei se ela não sentia saudades de seus filhos e netos. Ela disse que com certeza, mas com seu motorhome ela pode visitá-los facilmente e ainda conhecer outros lugares.

Fiquei encantada com a energia e disposição dessa senhora. Para mim, esse é o segredo da longevidade. A idade é só um detalhe quando a gente sabe aproveitar a vida e correr atrás daquilo que nos faz realmente felizes!

Boa sorte Dona Karla!

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Bem vindos ao Ali’s Guest House

Na Capadócia ficamos hospedados no Ali’s Guest House e foi assim que conhecemos o Ali, que é o dono da pousada, junto com seu parceiro que também se chama Ali.

Ali tem 35 anos, é solteiro e não para de trabalhar um minuto. Confessou que as vezes dorme somente 3-4 horas, pois as vezes tem que acordar de madrugada para acompanhar seus hospedes no passeio de balão, que ocorre antes do nascer do sol. É um homem de negócios: além da sua aconchegante pousadinha, está reformando o restaurante de sua família, que deve ser inaugurado nos próximos 2 meses.

Como a Capadócia é um lugar bastante turístico, existem muitas agências na cidade oferendo os mais variados passeios. Não só os preços variam, como também a cotação do euro ou dólar quando se pretende pagar nessas moedas. Tem que ficar esperto e de olho nas cotações. É difícil acertar a melhor opção. Para passeios de balão então, há 25 empresas na cidade. Cada uma é de um jeito e os preços variam ainda mais.

Ali foi muito sincero e transparente conosco ao indicar os passeios e as opções de preços. Além disso, nos ajudou a barganhar alguns preços e conseguiu desconto para nós. Para o passeio de balão não é seguro optar pelas empresas mais baratas, pois em geral são as mais novas, cujos os pilotos ainda não têm tanta experiência de voo.

No nosso segundo dia, estávamos a caminho do Goreme Open Air Museum e Ali nos ofereceu uma carona e fomos conversando no caminho. Ele nos contou sobre sua mãe, que faleceu muito jovem, aos 48 anos, sendo que seu irmão mais novo, na época, tinha 9 anos e hoje está com 17. Seu pai ainda é vivo e sempre foi um grande padeiro, no entanto, não trabalha mais. Tem uma foto dele na frente do restaurante, sendo que é uma pessoa muito conhecida na região. Infelizmente, seu pai está com câncer e Ali nos disse que ainda o vê chorando de noite ao lembrar de sua mãe. Como filho mais velho, é seu dever zelar pela família e por isso ele está investindo e trabalhando duro nos negócios que não são só dele, mas sim da família.

Sua pousada é novinha, foi aberta em abril de 2014. Está sempre movimentada, graças também às ótimas avaliações que tem recebido pela internet. A pousada tem quartos privativos com banheiro e quartos comunitários com um ótimo custo x benefício. Há ainda muito a ser feito, e ele tem intenção de abrir o terraço para fazer um espaço maior de café da manhã e talvez mais quartos.

No caminho até o museu, ele nos levou para conhecer o seu restaurante que será inaugurado em breve. Nos contou que ele é chefe de cozinha e já recebeu prêmios na Turquia pela sua comida. No restaurante, conhecemos seu irmão e alguns amigos. O lugar é grande e está quase pronto para a abertura. Foi muito bacana ver o orgulho de Ali ao nos contar que ele até esculpiu algumas gravuras na parede para incrementar a decoração. Tomamos um chá e eles dividiram conosco uma batata assada no forno a lenha, que estava deliciosa.

Durante nosso chá, Ali contou que seu objetivo é parar de trabalhar e viajar pelo mundo aos 45 anos. Sabíamos que tínhamos algo em comum! Ele disse que nestes 10 anos ele espera trabalhar bastante para seus negócios darem certo, arrumar uma mulher que também compartilhe seu objetivo, ter 2 filhos (se Ala permitir, um menino e uma menina) e sair pelo mundo afora. Bastante coisa, mas torcemos para que dê certo!

Enquanto isso, ele vai fazendo pequenas viagens. No inverno deste ano, ele e seu sócio embarcam para as Filipinas e ficam 1 mês por lá. Segundo eles, além de descansar e relaxar, é também uma ótima forma de ter ideias para aprimorarem o seu estabelecimento.

Resolvi escrever sobre o Ali porque, principalmente, numa cidade tão turística, onde a competição pelo dinheiro de cada turista é acirrada, é muito bacana encontrar exemplos de pessoas honestas, simples e batalhadoras, que lutam pelos seus objetivos.

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Soe Lay e o futuro craque de Mianmar

Estávamos procurando um lugar para jantar quando um simples “olá” transformou nossos dias na pequena cidade de Bagan, em Mianmar. Soe Lay e sua família estavam caminhando, quando sua filha mais velha sorriu para o Mau e ele retribuiu o sorriso. Assim, eles pararam para nos cumprimentar e, curiosos, perguntaram de onde éramos.

Jovens indianos: escolhas para uma vida

O povo indiano é muito simpático e adoram conversar. O engraçado é que depois do tradicional “Olá” a próxima pergunta é “De onde você vem?” ou “Qual seu país de origem?”.

O pescador de Tulagi nas Ilhas Salomão

Nick Holmes tem apenas 23 anos, solteiro, nasceu em Honiara, mas quando criança foi para a pequena ilha de Tulagi, onde mora desde então. Como todo pescador, Nick é o homem das histórias.

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