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Nova Zelândia: um guia completo de dicas sobre o que fizemos no país

Sabe aqueles lugares que você não consegue guardar a máquina fotográfica porque a qualquer momento você pode ver algo diferente e fascinante? A Nova Zelândia é assim. Só de dirigir entre uma cidade e outra, você encontra lugares de tirar o fôlego.

Mas, com tantos lugares incríveis assim, fica até difícil escrever sobre todos eles. Acho que daria sono de tanto ler, porque a beleza e o encanto do país também estão na surpresa de encontrar esses lugares quando menos se espera. No entanto, algumas dicas podem ajudar muito na hora de montar um roteiro, por mais básico que seja.  Aliás, é bom que seja básico, par ter mais liberdade de conhecer lugares diferentes e inusitados.

O que não falta na Nova Zelândia são trilhas, com diferentes níveis de dificuldade. A boa notícia é que para a grande maioria delas, você não precisa de guia e são muito bem sinalizadas. Pode explorar sozinho e sem pagar nada. Entretanto, vale dizer que as atividades mais radicais, os parques, passeios e tours não são baratinhos. Nós tivemos que escolher aquilo que mais queríamos fazer e o que se enquadrava em nosso orçamento.

Por outro lado, tem muita coisa legal para se fazer aqui: salto de paraquedas, voos panorâmicos de helicóptero em lugares surreais, os melhores bungee jumps do mundo, passeios de barco, ski nas montanhas, trilhas em lugares exóticos, jetboat, encontro com baleias e golfinhos, entre outros. Dependendo do tipo de atividade que pretende fazer, reserve uma parte do orçamento da viagem para isso.

Para buscar atividades com desconto na Nova Zelândia, procure pelo site www.bookme.co.nz. Tem muita coisa legal neste site; nós fechamos um passeio de helicóptero nos glaciais com mais de 80 dólares de desconto.

De Campervan pela Nova Zelândia

A maioria das pessoas que visitam a Nova Zelândia começam pela ilha norte, descendo para a ilha sul. Mas, se você fizer ao contrário, pode economizar e ganhar ótimos descontos no aluguel de carro ou campervan. Como os hotéis são caros e, às vezes, pode encontrar paisagens incríveis no meio de regiões afastadas, sem muita estrutura hoteleira, é muito comum alugar uma campervan ou motorhome. Eu ousaria dizer que a visita à Nova Zelândia não estará completa sem alugar um desses!

 O problema é que os preços podem ficar bem altos, especialmente na alta temporada. Por isso, a dica é: comece seu roteiro por Christchurch e suba até Auckland. Como todo mundo faz o contrário, as companhias precisam que os carros retornem para Auckland e oferecem vários descontos, incluindo dias gratuitos de aluguel e a taxa da balsa para cruzar da ilha sul para  norte (que custa NZ$200, ou, aproximadamente, US$130).

Ao invés de alugar um GPS, compre um SimCard com serviço 3G e utilize o Google Maps pelo seu telefone. As estradas são bem sinalizadas e mesmo se cair a conexão pelo 3G, não é difícil encontrar seu destino. Há também pontos de wifi gratuitos espalhados pelas cidades e o sinal é melhor do que em muitos hotéis que ficamos.

A maioria dos campings são muito bem estruturados. Baixe os aplicativos “WikiCamps“ e “CampingNZ“ para ajudar na busca de lugares para passar a noite pelo país. Outra dica: visite os chamados “ISite”, são os centros de informação presentes em várias cidades do país. É um ótimo lugar para planejar suas atividades em cada cidade que visitar.

ILHA NORTE

Tongariro Alpine Crossing

 A trilha mais popular da ilha norte é o Tongariro Alpine Crossing, que leva aproximadamente 8 horas, em um dia inteiro de caminhada, com paisagens exuberantes, de literalmente tirar o fôlego. Especialmente no inverno, ou quando ainda há neve no topo da montanha, é necessário contratar um tour com um guia para fazer a trilha, pois pode ser perigoso.

A trilha começa no Tongariro National Park, mas não vale a pena você ir diretamente lá pensando em encontrar um preço mais baixo para fazer a trilha. O melhor lugar para ficar é na cidade de Taupo, que fica a 70 Km de Tongariro. Além de ser uma cidade linda, tem muitas opções de atividades e lugares para conhecer na região. A trilha de Tongariro depende principalmente das condições do vento para ser realizada. Ficando em Taupo, você tem mais opções de atividades e passeios, caso tenha que esperar alguns dias para fazê-la.

Nós fizemos a besteira de ir até Tongariro, pensando em encontrar um preço melhor para fazer a trilha. No fim, todas as empresas que contatamos faziam o mesmo preço para quem estava em Tongariro ou em Taupo, por volta de NZ$170,00 ou, aproximadamente, US$ 108,00.  O valor é bem salgadinho, por isso vale economizar na gasolina e até nos hotéis, que na região de Tongariro são muito mais básicos do que em Taupo e custam o mesmo preço, ou mais caro.

Lugares surpreendentes em Rotorua

 Rotorua é conhecida por ser uma zona vulcânica com paisagens exóticas e formações geológicas extraordinárias. É um lugar imperdível para quem está visitando a ilha norte. Tem muitas opções de parques geotermais para visitar. Caso tenha pouco tempo para explorar a cidade, a sugestão é que comece pela manhã no Wai-O-Tapu, e siga de tarde para o Waimangu Volcanic Valley.

Wai-O-Tapu fica na região de Waikato, 30 minutos de Rotorua, e tem uma superfície de aproximadamente 18Km2 e o domo vulcânico de Maungakakaramea na parte norte da reserva. É uma área coberta por crateras desmoronadas, piscinas de barro quente e águas escaldantes. Um lugar exótico e lindo. Toda a variedade de cores existentes é natural, proveniente de diversos elementos minerais. O problema é o cheiro de ovo podre (proveniente do Sulfato de Hidrogênio presente na água). Mas, tudo bem, com tantas coisas diferentes para ver, você acaba se acostumando.

Todos os dias, às dez e quinze da manhã, é possível ver a erupção do gêiser em uma demonstração onde eles adicionam sabão e outras substâncias químicas para estimular a explosão. Para esta demonstração, não é necessário apresentar o ticket de entrada no parque.

Leva-se aproximadamente duas a três horas para visitar o parque todo e custa NZ$ 34,00 (US$ 24,00). Procure por promoções na cidade ou em seu hotel; é fácil encontrar cupons com 10% de desconto.

No Waimangu Volcanic Valley, você pode fazer uma trilha que leva ao Lago Rotomahana. O vale traz as formações geológicas mais recentes do Planeta, causadas pela erupção do vulcão Monte Tarawera, em junho de 1886.  É um lugar único, pois o ecossistema de Waimangu foi criado diretamente como resultado da erupção vulcânica, o que tem sido alvo de estudos até hoje. O lugar tem diversas opções de trilhas, tudo muito bem sinalizado. Chegando até o lago, após 1h45 de caminhada, eles oferecem um ônibus gratuito para voltar à base central. Há também um passeio de barco pelo lago para quem quer explorar um pouco mais de perto a região tomada pela explosão do vulcão.

 A entrada para o parque custa NZ$ 37,00. (US$26,00). O passeio de barco é cobrado a parte.

Os dois parques ficam na mesma direção, saindo de Rotorua no sentido de Taupo pela rodovia 5. Waimangu fica a 15 minutos de Rotorua e Wai-O-Tapu, 30 minutos. É muito difícil escolher qual o melhor, pois são diferentes. E, garanto que não vai se arrepender de remanejar seu tempo para visitar estes dois lugares.

Hot springs de graça

A região de Roturua e Taupo oferece uma infinidade de parques termais, com as deliciosas piscinas de água quente, spas, massagens, banho de lama etc. Mas também é possível relaxar em piscinas termais gratuitas.

Saindo do Wai-O-Tapu, no sentido de Rotorua, fique atento e vire na segunda rua de terra a direita. Siga em frente por alguns quilômetros e, no final da rua, verá uma propriedade privada, não sendo possível seguir em frente e, provavelmente, vários carros parados ao redor. Pegando a pequena trilha do lado direto, poderá usufruir de um banho de água quentinha pelo rio que corre na região.

Em Taupo é mais fácil. Procure pelo Spa Park e dentro do parque verá as sinalizações da área que é possível entrar na água. Fica perto de uma pequena ponte, na beira de um grande lago, ao lado das rochas, onde a água sai quentinha.

A colônia de “gannets” em Muriwai

Na costa oeste, 40 minutos ao norte de Auckland, fica a pequena cidade de Muriwai. Ao chegar lá, nossas expectativas foram totalmente superadas. Além do lugar ser lindo, nunca tínhamos visto tantos pássaros juntos. A colônia de “gannets” (ave marinha semelhante a um ganso) é espetacular. O lugar mistura o som dos pássaros, o azul do mar, as rochas e os penhascos que, há milhões de anos atrás, abrigavam um vulcão na região, e uma praia enorme com areia preta. Os melhores meses para visitar são de outubro a dezembro, quando os pássaros voltam da migração para procriar.

Praias espetaculares da Ilha Norte

Ao norte de Auckland, a região chamada “Bay of Islands” é conhecida como o paraíso para quem quer curtir a praia e o mar. A região é composta por 144 ilhas, que inclui as cidades de Opua, Paihia, Russel e Kerikeri. Infelizmente, não tivemos tempo de ir até lá, mas ouvimos ótimos comentários a respeito.  

Optamos por conhecer as praias da península de Coromandel, que fica a duas horas de Auckland. Saímos de Tauranga e fomos curtindo a costa até chegar em Whitianga. No caminho, uma trilha de 45 minutos e um lugar lindo: a Cathedral Cove ou, Te Whanganui-A-Hei, ao lado da praia de Hahei. A praia leva este nome pela sua curiosa formação geológica, formada pela erosão marinha que, ao longo de milhares de anos, criou um grande arco natural, que se assemelha com o formato de uma catedral.

Ali perto, fica a “Hot Water Beach”; isso mesmo, uma praia de água quente. Por ser uma região vulcânica, o solo emite calor suficiente para esquentar a água de pequenas piscinas que se formam pela areia. Aqui, melhor do que se enterrar na areia, é se afundar na areia dessas piscinas quentinhas à beira do mar.

Coromandel tem tudo que uma cidade grande não tem. Está rodeada de uma floresta nativa com praias de areia branca, é rústica e relaxante. Tem várias trilhas para explorar as montanhas e passeios de mergulho para explorar o oceano. Nós fomos de carro, curtindo a estrada, mas é possível ir de balsa saindo de Auckland.

ILHA SUL

Passeando pelas cidades “grandes”

Não dá para dizer que tem muitas cidades grandes na Ilha Sul considerando que três quartos da população vivem na Ilha Norte. Mas isto faz com que a visita às cidades com mais infraestrutura seja bastante interessante.

Em Christchurch, vale a pena a visita ao seu Jardim Botânico. Foi fundado em 1863, quando uma árvore de carvalho foi plantada para comemorar o casamento do filho mais velho da rainha Victoria. Ao longo dos anos, pântanos naturais e dunas de areia foram transformados em um parque de 30 hectares, com mais de dez sub-jardins ao redor do rio Avon, que cruza o complexo.  O terremoto de 2011 abalou completamente Christchruch, e até hoje a cidade está em reforma, com vários edifícios em construção. O jardim também foi restaurado, mas é uma das poucas coisas que ainda lembra como era cidade antes da tragédia.

Queenstown é conhecida como a cidade da adrenalina, porque não faltam opções de atividades para se fazer por lá, como salto de paraquedas, bungee jump, parasalling, asa delta, jetboat entre muitas outras. É uma cidade super charmosa e gostosa para caminhar na beira do lago ou pelo centrinho com bares, restaurantes e lojas de souvenires. No entanto, os preços dos hotéis e campings são mais altos do que em outras cidades. Pode valer ir um pouco além e encontrar lugares tão bonitos quanto Queenstown para passar a noite, pagando menos. Sugestões: Arrowtown e Glenorchy (onde foram gravadas várias cenas do Senhor dos Anéis).

Oamaru entrou para o nosso roteiro por acaso, quando estávamos procurando um lugar para passar a noite perto da costa oeste. Ouvimos dizer que os pinguins de olhos amarelos eram a atração do lugar, mas o que nos surpreendeu mesmo foi o estilo vitoriano do centro da cidade. Parecia que tínhamos voltado no tempo ou que estávamos visitando o cenário de algum filme. Para completar, algumas construções misturam o glamour da arquitetura do século XIX com o estilo chamado “SteamPunk”, um exemplo de como a criatividade pode transformar um lugar.

O encanto de Kaikoura

Dentre todas as cidades praianas que passamos na Ilha Sul, Kaikoura foi a nossa favorita. Já da estrada, antes de chegar na cidade, a paisagem era de cair o queixo. Dava até uma angustia, porque a gente não conseguia arrumar um lugar para parar o carro e admirar com calma esse lugar tão incrível. A paisagem mistura o mar azul turquesa com as montanhas cobertas pela neve ao fundo. Quer coisa mais linda?!  A cidade é conhecida pela sua vida marinha, e tem vários passeios para nadar com golfinhos, ver baleias e leões marinhos.

Em 2011, Kaikoura foi considerado o primeiro destino no mundo a receber o título “Earthcheck Gold Community”, pelo seu compromisso com a sustentabilidade de sua comunidade. A certificação considera uma série de indicadores que são monitorados para mensurar o impacto ambiental em áreas tais como: qualidade do ar, produção de gases de efeito estufa, consumo de água e uso de energia. Para uma cidade de apenas 3.600 residentes, que recebe mais de 800.000 visitantes todos os anos, é um mérito e tanto!

Glacier Country e o paraíso branco das montanhas cobertas pela neve

As cidades próximas as geleiras e as montanhas cobertas pela neve na Ilha Sul são fascinantes. Eu diria que é a parte mais surpreendente da viagem, para quem está visitando a Nova Zelândia.

A cidade de Wanaka é um ótimo exemplo. Quase todos os habitantes da cidade causam inveja para seus amigos ao compararem a vista que eles têm de suas casas. A grande maioria das casas ficam ao redor do grande lago de Wanaka, que, ao fundo, tem uma vista lindíssima dos Alpes. O Mount Aspiring é a segunda maior montanha da Nova Zelândia, com 3.027m de altura, e domina a paisagem com seu pico que parece querer furar o céu. São várias as trilhas que podem ser feitas para ter vistas ainda mais espetaculares da região montanhosa.

Já na região das geleiras, tanto no Fox quanto no Franz Josef Glacier, por causa do risco de deslizamentos e avalanches, não é possível escalar o glacial como era feito há alguns anos atrás. Em ambos, há opções de trilhas que levam o mais próximo possível da geleira, mas ainda assim, poderá somente observá-las de longe. O que, eu garanto, não deixa de ser impressionante. A única forma de chegar perto ou de até caminhar sobre elas em lugares seguros, é de helicóptero. E não faltam opções de passeios de helicóptero nestes dois lugares.

Nós conseguimos um ótimo desconto pelo site www.bookme.co.nz e fizemos o passeio de helicóptero.  Foi um dos pontos altos de toda nossa viagem. Incrível mesmo! Passamos pertinho do Fox Glacier e fomos até o topo do Monte Cook, a montanha mais alta do país, com 3.724 metros de altitude, com direto a volta de 360 graus do helicóptero.

É triste ver o efeito das mudanças climáticas nestes glaciais. Ao comparar com as fotos de 8 ou 9 anos atrás, é nítido o derretimento do gelo e recuo da geleira. Tanto é que isto fez com que as trilhas sob a geleira deixassem de ser seguras, abrindo espaço para o mercado dos helicópteros, que deixou os passeios mais caros para aproveitar a região.

Outro lugar imperdível é o Aoraki Mt. Cook National Park. De lá, é possível fazer trilhas para chegar próximo ao Monte Cook e também para conhecer o Tasman Glacier.

Fizemos a trilha chamada Hooker Valley, de aproximadamente 3 horas, que leva o mais próximo possível ao Monte Cook. Uma caminhada super tranquila e linda. O presente, no final, é uma vista espetacular da maior montanha da Nova Zelândia. Se o dia estiver limpo então, o azul do céu deixa o Monte Cook ainda mais pomposo.

A trilha que leva ao Tasman Glacier também vale a pena. Depois de uma boa subidinha de aproximadamente 20 minutos pela montanha, a paisagem era digna de dizer um “Uau” automaticamente, como uma reação imediata do cérebro. Mais bonito que o glacial por si só, é a vista do lago que fica a sua frente, com grandes pedaços de gelo boiando.

Lagos e estradas impressionantes

Muitas estradas são surpreendentes na Nova Zelândia, sendo a maioria sinalizada como “scenic drive”. São tantas que vale algumas dicas de lugares que nos impressionaram enquanto estávamos nos locomovendo de uma cidade para outra:

- Saindo do Fox Glacier, em direção a cidade de Wanaka, como se não bastasse a paisagem incrível no caminho, encontramos um lugar que despertou totalmente nossa atenção. A chamada “Blue pool”. Estávamos dirigindo quando vimos vários carros parados na beira da estrada em um lugar estranho. Foi quando notamos uma placa que indicava uma trilha de 40 minutos para chegar na Blue Pool. E graças a nossa curiosidade, descobrimos o lago mais transparente que já tinha visto, impressionante e lindo.

- A estrada pela costa leste, começando em Westport em direção ao Franz Josef Glacier, vale a pena. O percurso é pela costa, subindo e descendo montanhas, e passando ao lado do penhasco.  Pegamos um dia de chuva, e ainda assim a vista nos surpreendeu. No caminho, passando Punakaiki, a parada é obrigatória nas chamadas “Pancake Rocks”. Vale muito a pena, seja com chuva ou sol.

- A estrada que mais nos encantou em todo o país é a que liga as cidades de Te Anau com Milford Sound. A distância entre estas cidades é de 120km, mas que vale a pena fazê-la em 3 a 4 horas só para curtir cada pedaço do caminho. Toda a estrada fica dentro do Fiordland National Park, e no caminho tem várias atrações: cachoeiras lindas, lagos que refletem as montanhas, trilhas das mais variadas e um túnel sensacional passando por dentro de uma montanha enorme, que dá acesso à Milford Sound.

- Lagos transparentes de água cristalina não faltam em toda a Nova Zelândia. Um lugar que gostamos bastante foi Nelson Lakes National Park. Com uma paisagem incrível rodeada por montanhas. O parque foi criado em 1956 e abrange uma área de cerca de 1.020 quilômetros quadrados. Possui dois grandes lagos, o Rotoiti e o Rotoroa. Nós ficamos perto do lago de Rotoiti, que fica na cidade de St Arnaud. Escolhemos lá pela variedade de trilhas na região. Para curtir a paisagem, você pode escolher entre trilhas de 1 a 2 horas ou até 7 a 8, dependendo de quanto está disposto caminhar.

- Outro lago impressionante é o Pukaki, que fica na estrada a caminho do Aoraki Mt. Cook National Park. A cor da água é estonteante, um azul turquesa, mas que com o reflexo do sol, se transforma em um tom de esmeralda. Esse lugar é imperdível!

- O famoso Lago Tekapo é um dos mais visitados em todo país, principalmente na primavera, quando as flores na beira do lago dão um charme para toda a paisagem. A cidade é bem pequena, mas fica em uma região central da ilha sul, fácil de dar uma passadinha, nem que seja para tirar algumas fotos.

E minha última dica é: perca-se! Pare em pequenas cidades para passar uma noite, pegue o caminho mais longo para curtir a paisagem na estrada, experimente os pequenos restaurantes locais ou passe no supermercado e faça um ótimo jantar no camping ou no seu hotel, e, para finalizar, tire muitas fotos. Mesmo sem muito esforço, você vai se descobrir um ótimo fotógrafo,  porque a própria paisagem dá conta do recado!

 

Referências:
http://www.newzealand.com.br

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